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Perguntas de entrevista de emprego: as 5 mais frequentes e como se preparar para elas

Profissional de TI - por Fernanda Pinheiro

Em um mercado competitivo, se destacar na entrevista de emprego pode ser a diferença entre conseguir a vaga dos sonhos. Leia o texto e veja como responder as perguntas em uma entrevista de emprego!

Tensão, inquietude, frio na barriga e aquela sensação terrível de que você é um impostor, não merece a vaga e que nem deveria estar ali. E quando você entra na sala, então, e tem que responder as perguntas de entrevista de emprego? Às vezes o coração bate tão forte que parece que vai sair pela boca! 

A entrevista de emprego é sempre um pouco tensa, não é mesmo? Mas calma, que ela não precisa ser um processo tão difícil assim. Muitas vezes, a origem desse nervosismo está no fato de que não sabemos o que o entrevistador vai nos perguntar. 

E, assim, não temos como saber de antemão, também, o que vamos responder na hora “h”. E isso pode nos deixar mais tensos, ansiosos e inseguros.

Então, se você se identificou com tudo isso e deseja saber como responder as perguntas na entrevista de emprego, este texto foi feito para você! 

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Quais são as 5 perguntas mais frequentes em uma entrevista de emprego?

Entrevistas de emprego são difíceis, mas assim como qualquer coisa na vida, elas podem ser muito mais tranquilas se você se preparar bem. Como diz o ditado, a prática é o que leva à perfeição.

Então, para ajudar com isso, separamos 5 perguntas frequentes em entrevistas de emprego e vamos mostrar qual a intenção por trás de cada uma delas. Além disso, tentaremos deduzir, a partir dessa intenção, como você deve responder ao seu entrevistador. Vamos lá?

As 5 perguntas mais frequentes em uma entrevista de emprego e como respondê-las

“Onde você se enxerga daqui a cinco anos?”

Aqui, o entrevistador quer entender sua visão de futuro, se você demonstra ter um plano de carreira viável e qual seu nível de ambição. Essa é uma pergunta fundamental e de grande relevância para entender bem o seu perfil profissional. 

No geral, é importante ter pés firmes no chão e ser realista. Contudo, busque mostrar também que você planeja ascender de carreira em 5 anos. Afinal, é um período de tempo considerável, e desejar ficar no mesmo cargo depois de tanta experiência acumulada pode passar uma impressão ruim ao entrevistador.

“Ao seu ver, quais são seus pontos fortes e fracos?”

Quando o entrevistador pergunta isso, sua intenção é simples: conhecer melhor seus potenciais e limitações, além de testar o seu próprio nível de autoconhecimento.

O autoconhecimento é uma soft skill bastante valiosa. Se você acha que se conhece bem, esse é o momento de mostrar que sabe mesmo. Seja honesto ao responder sobre seus pontos fortes e fracos e, assim como na dica anterior, busque sempre ser realista. 

“Por que você saiu (ou quer sair) do seu emprego anterior?”

Na maioria das vezes, a intenção por trás dessa pergunta é entender quais as condições que levaram você a tentar uma outra vaga de emprego. 

Pode ser apenas que você esteja tentando um cargo com mais benefícios ou melhor remuneração. Mas pode ser também que você não tinha uma boa relação pessoal com sua antiga equipe, o que pode acender um sinal vermelho para o entrevistador.

Então, para responder bem essa pergunta, é preciso chegar à raíz da questão que levou você a tentar uma nova vaga. Mas lembre-se: é sempre boa etiqueta evitar falar mal de sua empresa antiga, pois isso pode transparecer pouco profissionalismo.

“Como você mantém seu conhecimento técnico em dia?”

O mercado de trabalho é extremamente dinâmico. Por isso, diferente de tempos antigos, em que ter concluído um curso técnico ou de nível superior era mais que suficiente para se destacar, hoje é preciso ter o conhecimento técnico na ponta da língua.

Fazer novos cursos profissionalizantes, participar de congressos e webinars, escrever e realizar projetos, tudo isso sinaliza ao entrevistador que você está tentando se manter atualizado. 

Significa também que você será capaz de agregar conhecimento novo à equipe, um diferencial de peso para qualquer candidato.

“Qual é a sua pretensão salarial?”

Essa pergunta pode ser difícil de responder para alguns, mas não precisa ser nada demais. Aqui, a empresa está querendo entender apenas se a sua pretensão é compatível com a verba disponível para sua vaga. 

Além disso, a pretensão salarial é um indicador que revela como você enxerga sua inserção no mercado de trabalho, em comparação com os outros candidatos. Portanto é sempre importante evitar responder com proposta muito fora da média, tanto para cima quanto para baixo. 

É preciso reconhecer a realidade do mercado e tentar encontrar um ponto médio que seja justo para o trabalho em questão. Uma boa dica é tentar procurar uma média salarial para sua vaga antes da entrevista. E não custa nada ressaltar para empresa que você mantém sua mente aberta à outras propostas.

Como está o mercado de trabalho brasileiro?

Para o brasileiro, parece estar cada vez mais difícil encontrar uma boa vaga de emprego. E, com a chegada da pandemia do novo coronavírus, essa situação só se deteriorou ainda mais.

Os dados mais recentes do mercado de trabalho no Brasil mostram que, até o momento, a economia ainda não mostrou muito vigor em sua retomada.

Lançada no início de agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revelou que no segundo trimestre de 2020, a porcentagem de pessoas empregadas caiu 9,6%, atingindo o menor nível em toda série histórica

Ao todo, foram quase 9 milhões de pessoas que perderam seus empregos apenas nos últimos três meses. Em relação ao mesmo período no ano passado, esse crescimento da desocupação foi ainda maior, de 10,7%. Isso significa uma redução de 10 milhões no número total de empregados.

A subutilização da mão-de-obra também atingiu um nível recorde na série histórica. Houve no trimestre um crescimento de 15,7% da população subutilizada, grupo que reúne desempregados à procura de emprego e empregados que trabalharam menos horas do que gostariam.

Contudo, para muitos economistas e especialistas em mercado de trabalho, esse cenário só não se tornou ainda mais crítico devido ao Auxílio Emergencial. 

A medida, construída pelo Congresso Nacional e sancionada pelo executivo, criou renda de R$600 até R$1200 para mais de 60 milhões de brasileiros. 

E, com isso, foi gerado um colchão de demanda para segmentos fundamentais da nossa economia, como o varejo e a indústria, preservando parte do lucro — e dos empregos — no setor privado.

Inicialmente era previsto que o programa durasse apenas 3 meses. Entretanto, devido ao aprofundamento da recessão econômica e do desemprego, ele foi estendido para 5 meses, e pode durar até o final de 2020.

E quais as perspectivas para o setor de TI no Brasil?

Ainda não existem dados pós-pandemia sobre o mercado profissional de TI, o que torna difícil avaliar qual o seu status quo. Contudo, devido à algumas especificidades do setor, há indícios de que sua performance nos próximos anos deve continuar superando à da economia brasileira.

Em 2019, houve um crescimento de 9% no setor, muito acima do crescimento do PIB no mesmo ano, por exemplo, que foi de 1,1%. E, de acordo com o Banco Mundial, a expectativa é de que até 2024, serão geradas mais de 400 mil novas vagas na área de TI aqui no país!

Na bolsa de valores dos Estados Unidos, a maior do mundo, as empresas de tecnologia foram, de longe, as que mais cresceram no ano. Elas já estão superando por muito até mesmo as suas performances pré-covid, que de um modo geral, já eram bastante positivas.

Além disso, existe o fato de que com o distanciamento social, as empresas se atentaram, mais do que nunca, à necessidade da transformação digital. 

Isso foi fundamental para dar segurança às operações das empresas e será de suma importância, também, para alavancar a competitividade nacional. 

Pesquisas sobre home-office, por exemplo, já mostram seu diversos benefícios para a produtividade, reduzindo custos logísticos e oferecendo maior flexibilidade de trabalho para os colaboradores.

É pensando nisso que surgiu a Ivory Talent: para unir grandes talentos de TI com empresas inovadoras e preparadas a dar o próximo passo em suas transformações digitais.

Então, se você é um desenvolvedor ou profissional de TI e está procurando uma vaga de emprego, não deixe de se inscrever para o nosso banco de talentos! 

E, assim, encerramos o texto de hoje! Se você gostou, não deixe de assinar a nossa newsletter. É só rolar até o final da página e preencher o seu email!

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